Teixeira Guedes morreu, em Faro, há exactamente 80 anos.
Hoje practicamente esquecido, foi um homem importante no primeiro quartel do Século 20.
Segundo a "Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira" após a sua morte o Estado adquiriu a valiosa livraria de que era possuidor para este estabelecimento de ensino, então Liceu Central "João de Deus" onde foi professor e, por várias vezes, exerceu o cargo de reitor.
Em 1916, Ernesto Adolpho Teixeira Guedes publicou com Marcelino António Maria Franco o Primeiro Centenário de D. Francisco Gomes do Avelar , Bispo do Algarve .
Duas datas marcam a celebração do Ano de Einstein: a divulgação da Teoria da Relatividade, há 100 anos, e o ano de sua morte, 50 anos atrás. Durante 2005 a Alemanha irá realizar diversos tipos de eventos para homenagear o grande nome da ciência. Serão congressos, palestras, exposições e passeios pelos lugares que Einstein freqüentou, principalmente na região de Berlim e Brandemburgo, onde ele viveu durante 18 anos.
O Ano de Einstein celebra um Homem que até hoje fascina e entusiasma o mundo . Albert Einstein, um cientista genial admirado pelo público mundial - físico, pensador original, pacifista, Cidadão do mundo e visionário.

"O que é mais rápido do que a luz?"
A Teoria da Relatividade de Einstein baseia-se entre outras coisas na suposição de que no Universo não existe nada que tenha uma velocidade mais rápida do que a Luz. Porém se tal suposição fosse refutada isso faria vacilar a construção da teoria de Einstein.
Pense como Einstein - use a imaginação!
Websites
Universidade do Algarve
Biografia de Albert Einstein
Einstein na Net - Jogos de Lógica
Livros e Vídeos na Biblioteca
Einstein: uma leitura de Galileu e Newton = Galilée, Newton, lus par Einstein
Como vejo o mundo [registo vídeo] : Albert Einstein
A evoluçao da Fisica / Albert Einstein;Leopold Infeld;trad.Monteiro Lobato.
Como vejo o mundo = Mein weltbild / Albert Einstein; trad. H. P. de Andrade.
O Princípio da Relatividade / A. Einstein,H. Minkowski
Albert Einstein: O fisico centrico, cuja teoria da relavidade revolucionou as nossas ideias sobre o universo / Fiona Macdonald, trad. Ivette Colaço.
Einstein et l'univers : une lueur dans le mystère des choses / Charles Nordmann
ABC da relatividade = ABC of relativity / Bertrand Russell, trad. Augusto P. Fernandes
Eddington e Einstein: Verificação experimental da teoria da relatividade generalizada na ilha do príncipe / trad. A. M. Nunes dos Santos; Christopher Auretta
Textos fundamentais da física moderna
O universo de Albert Einstein [registo vídeo] / Peter Ustinov, Nigel Calder. (50 min.)
O espectáculo faz um ano. Foi assim que começámos, celebrando o cientista do sonho que comanda a vida. Rómulo de Carvalho, António Gedeão. Cientista, professor metodólogo; multifacetado, no Pedro Nunes foi até responsável pela biblioteca.
A catedral de Burgos tem trinta metros de altura
e as pupilas dos meus olhos dois milímetros de abertura.
Olha a catedral de Burgos com trinta metros de altura!
António Gedeão
in Gazeta de Física , Vol. 20, Fasc. 1 , 1997.
Dedicamos o 1º ano de edição do espectáculo a dois antigos alunos da escola, a Guida e o Paulo Querido, porque sem eles o blog não existia.
Muito Obrigado!
A história mais conhecida de Arquimedes é (...) a do grito de «Eureka!». Conta a lenda - pois que de uma lenda se trata - que estava o sábio grego, um belo dia, a tomar banho numa banheira, porventura entretido com o problema da coroa do rei. De repente, deu-lhe um lampejo súbito e largou a correr, nu, pelas ruas da cidade a gritar «Eureka, Eureka!», o que significa: «Descobri, descobri!».
Tratou-se, se acaso a lenda é verdade, de um dos primeiros actos de happening de que há memória, de teatro espontâneo na praça pública. A palavra grega Eureka faz parte do vocabulário moderno, existindo até um programa europeu de investigação e desenvolvimento com esse nome. Serão porventura muitos os gritos de «Eureka» que hoje se soltam pelos laboratórios europeus, mas, evidentemente, já ninguém sai nu, a correr pelo centro da cidade...
O que impulsionou Arquimedes? O que é que Arquimedes tinha acabado de descobrir? Nada mais nada menos do que a celebrada lei de Arquimedes.
E o que diz a lei de Arquimedes? Esta pergunta costuma ser feita nos exames escolares e há sempre alunos que gostam de dar um ar da sua graça. Houve um que respondeu, metendo, abundantemente, água: «Todo o corpo mergulhado num líquido molha-se». Houve um outro que afirmou, convicto, numa prova oral: «Todo o corpo mergulhado num líquido, se ao fim de meia hora não voltar à superfície, deve ser considerado perdido». A este último o professor poderia ter ripostado: «Todo o aluno mergulhado num exame, se ao fim de meia hora não responder nada certo, deve ser considerado chumbado».
A resposta de que os professores estão à espera, o verdadeiro enunciado da lei de Arquimedes, ilustra o modo como, por vezes, se tenta (e consegue!) contar coisas simples de uma maneira bem complicada. Trata-se de uma lengalenga que antigamente era preciso decorar para papaguear nas provas:
«Todo o corpo mergulhado num líquido está sujeito a uma força de direcção vertical, de sentido de baixo para cima, e cuja grandeza é igual ao peso do volume de líquido deslocado».
Projectos de Esperança na nova literacia existem cada vez em maior número. O mundo transforma-se, sobretudo nas técnicas de aprendizagem. É preciso correr para não ficar para trás:
Links:
O programa Parceiros na Educação
Espanhol
Francês
Italiano
Alemão
Árvore Genealógica
O que torna este livro diferente de outros é o autógrafo e a data (o seu proprietário tinha 16 anos) atestando o facto de ter pertencido a Teixeira Guedes, que viria a ser Reitor do Liceu de Faro.
Depois da morte do reitor, a valiosa livraria de que era possuidor foi adquirida pelo Estado e entregue ao liceu, hoje Escola Secundária João de Deus, encontrando-se numa sala com o seu nome.
Curioso é que, à medida que registamos na base informática obras do núcleo mais antigo da biblioteca , vamos sempre encontrando outros livros de Teixeira Guedes. Autografados, anotados muitas vezes.

Quando o célebre cientista inglês William Thomson se utilizou pela primeira vez do telefone, em 1876, ano em que foi apresentado ao público, classificou-o de "maravilha das maravilhas". Nós hoje, habituados à realização de tantos sonhos extraordinários, e só pensamos no que dizemos e no que ouvimos por seu intermédio. Nele, nesse milagre dos homens, nem reparamos, a não ser para nos queixarmos quando funciona mal...
O telefone em Portugal
Portugal acompanhou sempre de perto a descoberta e os progressos do telefone. Logo no ano seguinte ao da patente da invenção de Bell, se realizaram, com grande entusiasmo, as primeiras experiências em Lisboa. Encomendaram-se da Alemanha um receptor e um transmissor telefónicos duplos e fez-se a montagem entre o Observatório Meteorológico da Ajuda e o Observatório Meteorológico da Escola Politécnica. Entre as duas estações mediavam cerca de 3 quilómetros.
As experiências deram excelentes resultados. O próprio rei, D. Luiz, quis assistir a uma delas falando, da Politécnica, com o engenheiro Frederico Oom que se encontrava na Ajuda. Experimentou-se a transmissão da palavra falada e a da música. Tocou-se um solo de flauta e um fado à guitarra com acompanhamento de viola.
Como o êxito fosse completo, preparou-se nova experiência, a maior distância, entre Lisboa e o Entroncamento, a qual demonstrou, cabalmente a eficácia do invento de BELL.
Em 1881 publicava o Diário do Governo, com data de 6 de Setembro, a abertura de um "concurso público para o estabelecimento e exploração das redes telefónicas nas cidades de Lisboa, Porto e outras do reino"
Rómulo de Carvalho, in História do Telefone, Ciência Para Gente Nova, nº 1