Testemunha da época garante ser acintosamente falso o que se afirma na obra Merdok, 2ª ed., Fev. 2004, na página 46.
A testemunha vivia no local a que se refere o excerto 'pela calada da noite, lhe terem emparedado a porta de casa com tijolos, paralelipípedos ou pedras de calcetar ruas, impedindo-o de sair' e afirma nunca ter tido necessidade de saltar o que quer que fosse, para sair de casa.
Será que é de mentiras que se faz a História ?
Por Floripes
Publicado por TRIPÉ em março 2, 2004 11:42 AMO que pensariam os Portugueses, caso soubessem, de uma Escola que se quer "de referência", onde se coloca, no seu Refeitório, uma placa comemorativa do resgate "heróico" e respectiva morte de um cão chamado Merdok, ( lembram-se das aventuras de Murdock?)um exímio e implacável, ao que parece, mata-gatos da vizinhança !!
É que enquanto estes garbosos mancebos do Tempo-da-Outra-Senhora se dedicavam a resgates quiçá arriscados(!), outros havia que sofriam na pele as perseguições da PIDE e davam tratos de polé à sua imaginação para se auto-resgatarem das masmorras da dita.
Se os saudosistas querem ter " Um Clube dos Poetas, perdão, das Carcaças Mortas " é lá com eles! Mas no Refeitório da Escola onde andaram, tenham paciência! Ela também é de outras pessoas, e virá a ser de muitas mais, espero eu .
E se é só disto que se recordam da sua passagem por aqui!!...
Bem, eles san todes herois por terem salvade o raio do cão MÓ! E a gente, tamos aqui a estudar fêtos parvos e na recebemos menções nehumas!
MOSS DEB FOG MÓ!
Ê tambem quero uma placa da cantina.
~Assinado: Um aluno que adora Português.
Afixado por: Aluno_do_liceu_2004 em março 15, 2004 11:47 AM